sábado, 1 de novembro de 2008

Sem desoneração do IPI, produtos da construção civil ficarão mais caros

Por: Equipe InfoMoney31/10/08 - 09h34InfoMoney
SÃO PAULO - Caso a resposta à solicitação de desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) seja negativa, o consumidor vai sofrer com preços mais caros e desabastecimento de produtos da construção civil.É o que afirma o diretor titular do Deconcic (Departamento da Indústria da Construção) da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), José Carlos de Oliveira Lima.Ele explica que, com a desoneração, as empresas vão poder investir na tecnologia que fabrica o produto sem amianto, promovendo competitividade no setor. Com competição, haverá redução dos preços, podendo ficar semelhantes aos dos produtos com a substância.Dessa forma, o consumidor final - principalmente, o de baixa renda - não sofrerá aumento dos custos de telhas, caixas d'água, tubos, placas para paredes, entre outros, nem desabastecimento, que é o grande receio de Oliveira Lima, pois, se a resposta ao pedido for negativa, as empresas vão fechar as portas e haverá falta de produtos no mercado.Substituição complexaDe acordo com a pesquisa da Fiesp "O Papel dos Produtos de Amianto na Cadeia da Construção Civil - Dimensão Econômica e Efeitos Concorrenciais", encomendada à FGV (Fundação Getulio Vargas), o amianto como fibra de reforço na produção de fibrocimento pode ser substituído por:
Resinas plásticas derivadas do petróleo: álcool polivinílico (PVA) ou polipropileno (PP), com uso concomitante de uma fibra de processo (celulose);
Fibras vegetais, como a celulose autoclavada.Essas últimas não representam uma solução tecnológica viável, pois são processos que precisam ser aprimorados e ainda são estudados por diversas instituições acadêmicas no país.Em relação ao PP, a Brasilit - única empresa que oferece produtos de fibrocimento sem amianto - é também o único fabricante no mundo que domina essa tecnologia, sendo que sua capacidade de produção é de cerca de 10 mil toneladas por ano.Dessa forma, a utilização do PP como substituto não é viável, já que exigiria um tempo longo de aprendizagem daqueles que não possuem domínio da tecnologia. A adesão também implicaria a aposta em uma solução em desenvolvimento por apenas uma empresa no mundo, o que representa um risco, diz o estudo.Solução em PVANesse contexto, a substituição mais adequada é pelo PVA. Porém, a tecnologia precisa de uma adaptação de processo para ser implementada, além de uma curva de aprendizado. Além disso, apenas dois países produzem fibras de PVA - China e Japão -, cuja capacidade produtiva é de 44 mil toneladas por ano.Assim, a oferta da solução que existe hoje não é suficiente para suprir o mercado brasileiro. Afinal, seriam necessárias 43 mil toneladas de PVA, equivalente a tudo que se produz, e é consumido, no mundo hoje.Além disso, as indústrias dos produtos de fibrocimento trabalham no limite de sua capacidade de produção. Com a substituição cautelosa, seria necessário reduzir a produção, pois pelo menos uma linha precisa ser paralisada para efetuar as adaptações. Ou seja, a proibição abrupta implicaria a paralisação de todas as linhas de produção.Além disso, a construção civil continuará em ritmo acelerado de crescimento nos próximos anos - projeções da FGV indicam que a demanda crescerá 25% até 2010 - e a indústria já tem dificuldade de suprir o abastecimento.LegislaçãoEm julho de 2007 foi sancionada a Lei 12.684, que proibe o uso, em todo o estado de São Paulo, de produtos, materiais ou artefatos que contenham amianto ou asbesto, a partir de primeiro de janeiro de 2008.A Lei originou-se dos perigos que o amianto traz à saúde. Entre algumas doenças relacionadas, estão a asbestose (doença crônica pulmonar de origem ocupacional), cânceres de pulmão e do trato gastrointestinal e o mesotelioma (tumor maligno raro e de prognóstico sombrio, que tem um período de latência em torno de 30 anos).DebatesPorém, a sanção gerou muitas discussões sobre a necessidade de substituir o amianto na produção do fibrocimento de forma cautelosa. Isso porque a proibição abrupta tiraria do mercado cerca de 69% (1,8 milhão de tonelada) dos produtos de fibrocimento - segundo dados da PIS (Pesquisa Industrial Anual), do IBGE, referentes a 2006.Afinal, essa é a participação do produto com amianto em um total de 2,7 milhões de toneladas de fibrocimento (com e sem amianto) do mercado de 2006.Para amenizar os efeitos desta medida, em fevereiro de 2007, o Sinaprocim (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento) solicitou a desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos materiais de fibrocimento sem o amianto.

SP: dependendo da região escolhida, valor do aluguel mais do que dobra

Por: Equipe InfoMoney31/10/08 - 10h10InfoMoney
SÃO PAULO - Levantamento realizado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) revela que, dependendo da região escolhida, o valor do aluguel na cidade de São Paulo mais do que dobra, podendo ficar até 136,21% mais caro.Este percentual de variação foi encontrado no preço máximo dos imóveis de três dormitórios em bom estado na capital paulista em setembro, considerando dados disponíveis para todas as regiões*. O aluguel de uma unidade de 90 metros quadrados, por exemplo, sai por R$ 738 na região Leste (zona B) e por R$ 1.746,90 na região Sul (zona A).No caso dos imóveis de dois dormitórios (com 70 m2), a variação dos preços atinge uma diferença de 109,43%: R$ 638,40 na região Leste (zona B) contra R$ 1.337 na região Sul (zona A).Valor por regiãoNa tabela a seguir, é possível verificar o preço máximo do aluguel de imóveis em bom estado de um, dois, três e quatro dormitórios na cidade de São Paulo. Os preços estão divididos por zonas e consideram tamanhos específicos de propriedades.
Preço do aluguel residencial na cidade de São Paulosetembro de 2008
Região
um dormitório (55 m2)
dois dormitórios (70 m2)
três dormitórios (90 m2)
quatro dormitórios (130 m2)
Centro
R$ 847
R$ 1.055,60
R$ 1.269
-
Leste - zona A
R$ 673,20
R$ 862,40
R$ 1062
R$ 1.667,90
Leste - zona B
R$ 598,40
R$ 638,40
R$ 738
-
Norte
R$ 641,85
R$ 826,70
R$ 960,30
-
Oeste - zona A
R$ 1.030,15
R$ 1.118,60
R$ 1.361,70
-
Oeste - zona B
R$ 587,40
R$ 811,30
R$ 959,40
-
Sul - zona A
R$ 1.172,60
R$ 1.337
R$ 1.746,90
R$ 3.009,50
Sul - zona B
R$ 726
R$ 778,40
R$ 980,10
-Fonte: Secovi-SP

Após nova lei estadual, pagamentos de condomínio em atraso aumentam 41%

SÃO PAULO - Após a adoção, no estado de São Paulo, da lei que permite protestar boletos de condomínio em atraso e colocar o nome dos inadimplentes em serviços de proteção ao crédito, muitos paulistanos correram para pagar a conta em atraso.Segundo um levantamento da empresa de administração condominial Lello, após a entrada em vigor da lei, em julho deste ano, houve um aumento de 41% no pagamento de boletos com atraso superior a 30 dias.Análises mensaisSomente em julho, a empresa registrou 1.189 pagamentos, sendo que, em agosto, esse número subiu para 1.673, uma alta de 40%. Já em setembro, foram 1.532 pagamentos de condomínios atrasados.O levantamento também apontou que, em agosto, a quantidade de quitações representou 70% do total de boletos em aberto, contra apenas 42% em julho. Em setembro, esse índice foi de 59%."A taxa de inadimplência entre os nossos condôminos, que já era baixa, tende a ficar ainda menor a partir de agora, pois, além da multa e dos juros sobre os boletos em aberto, há a possibilidade do protesto", afirma a gerente da divisão de atendimento ao cliente da Lello, Márcia Romão।

Por: Roberta de Matos Vilas Boas31/10/08 - 16h53InfoMoney

Preço de imóvel usado na capital paulista mais do que dobra em 2008

SÃO PAULO - A maior parte dos imóveis usados da capital paulista ficou mais cara nos nove primeiros meses deste ano, aponta o levantamento divulgado nesta sexta-feira (31) pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP). O maior aumento nos preços chegou a 187,97%, mais do que o dobro.PreçosEntre janeiro e setembro de 2008, 13 dos 15 tipos de apartamentos analisados apresentaram valorização. O aumento variou de 6,21% a 187,97%.O menor percentual foi registrado no preço de apartamentos de padrão médio, construídos entre oito e 15 anos e situados em bairros da Zona E, como Brasilândia, Campo Limpo e Capão Redondo, a última na escala da pesquisa Creci-SP. O preço-médio desse tipo de imóvel passou de R$ 1.176,92 para R$ 1.250 nos últimos nove meses.Já os preços das casas tiveram valorização menor que os dos apartamentos, mas superior à das aplicações financeiras em oito das 11 comparações feitas. Neste caso, a menor variação foi de 1,93% e a maior, de 73,45%.MotivosPara o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, a valorização pode ser explicada por diversos fatores, como o déficit habitacional, estimado em 1,2 milhão de moradias, o crescimento da renda da população e do número de parcelas.Ele diz ainda que os imóveis são uma boa opção de investimento. "Imóvel é reserva de valor por tradição, porto seguro para preservação de ativos financeiros e opção rentável de investimento sem sustos (...). Uma coisa é certa, desde já e sempre, não perde dinheiro quem aplica suas economias em imóveis bem localizados, tanto em áreas nobres quanto em áreas populares e não procura retorno imediato."Vendas 8,99% maioresApesar dos aumentos de preço, as vendas de imóveis usados na capital paulista apresentaram alta de 8,99% entre agosto e setembro, sendo que as casas, com 67,35%, foram as mais comercializadas.Segundo o levantamento, o índice de vendas da Capital evoluiu de 0,4023 para 0,4385 no período. No total, 55,03% dos imóveis foram vendidos à vista e, pela primeira vez desde janeiro de 2005, não se registrou nenhuma venda por consórcio.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

CENTURY 21® abre suas primeiras franquias no Brasil

São Paulo, outubro de 2008 – A CENTURY 21 Brasil está crescendo: até outubro, foram assinados os seus primeiros contratos de franquia. Os escritórios, num total de dez, entrarão em operação até o fim do ano e, além disso, mais dez documentos estão em fase de revisão e aprovação e devem ser assinados até dezembro.

Os novos participantes do Sistema são a CENTURY 21 Cmarqx São Paulo; a CENTURY 21 Parceria Imóveis; a CENTURY 21 Mais; a CENTURY 21 21x Eldorado; a CENTURY 21 Active Invest; a CENTURY 21 Fabio Asdente Imóveis; a CENTURY 21 House Me; a CENTURY 21 Prime Balneário Camboriú; a CENTURY 21 Prime Itajaí e a CENTURY 21 Prime Itapema

O objetivo é ter um mínimo de 100 agências imobiliárias em operação no ano de 2009. Como anunciado anteriormente, parte do crescimento do Sistema refere-se ao próprio nível de investimento na Marca, que deve chegar a R$ 20 milhões de reais nos primeiros anos da empresa no País.

De acordo com o presidente da CENTURY 21 Brasil, Roberto Menescal, “poucos sabem que, em momentos de crise como o atual, o investimento em franquias torna-se uma das opções mais atrativas de contornar prejuízos econômicos. Até mesmo o próprio Sistema Century 21® foi criado em um momento de crise econômica nos Estados Unidos, no início dos anos 1970”. Por isso mesmo, a direção da empresa continua confiante quanto à afiliação de mais empresários à Marca.

Tony Martinez, Presidente do Conselho Diretor da companhia, explica que desde o lançamento da Century 21 no Brasil, há dois meses, em São Paulo, o nível de interesse por parte do setor imobiliário pela empresa foi maior do que o esperado. “Agora, estamos programando a expansão da Marca para Estados como o Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo”, diz. “Sabemos que a força e a credibilidade da nossa Marca provêm vantagem competitiva única às imobiliárias, novas e às já existentes. Isto é particularmente verdade em momentos de preocupação com o crescimento da economia. A Century 21 é um método comprovado de enfrentar condições desafiadoras”, completa.

Fenômenos como este foram vistos em outros países onde a franquia está presente, como o Japão, a China, a França, Portugal e a Colômbia. Em momentos de crise econômica, notou-se a elevação do número de franqueados e melhor resistência destas imobiliárias às incertezas econômicas. Esse foi o caso da Venezuela, onde após uma greve geral que devastou a economia local, os escritórios da Century 21 captaram ainda mais negócios e mantiveram suas margens de lucro graças à sinergia do Sistema.

Dentre os fatores que levam proprietários de imobiliárias a aderirem a sistemas de franquias durante crises, estão a credibilidade inerente às franquias; o alto nível de reconhecimento da marca por parte dos clientes; a experiência da Century 21 por atravessar momentos de dificuldades econômicas com bom desempenho; a confiança depositada pelo cliente nos corretores e profissionais da Marca entre outras.

Agende-seCrise do Subprime

No dia 4 de novembro, a partir das 14h15, o Vice-Presidente da CENTURY 21 Brasil, David Moyer, participa do Cityscape Latin America, intitulado “o maior evento latino-americano sobre investimento e desenvolvimento imobiliário”. O tema da palestra proferida pelo executivo será “O impacto da crise do Subprime americano no mercado latino americano”.

Moyer, que é estadunidense, fará uma breve análise a respeito dos erros e acertos do atual cenário do mercado imobiliário americano. Além disso, outros pontos basais da apresentação serão a forma como a crise americana está refletindo nos investimentos neste setor na América Latina; e as conseqüências e principais temores do mercado.

No mesmo dia, ainda palestram no evento outros grandes empresários do setor imobiliário brasileiro e internacional como Mario Garnero, Presidente do Grupo BrasilInvest; Adrian Aguilera, Diretor do Credit Suisse México; e Alfonso Munk, Executive Director da Morgan Stanley.

“O impacto da crise do Subprime americano no mercado latino americano”, no Cityscape Latin America (Transamérica Expo Center – São Paulo/SP), dia 4 de novembro, a partir das 14h15.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Juros futuros recuam antes do Copom

São Paulo, 29 de Outubro de 2008 - Os contratos de juros futuros negociados na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) encerraram a sessão de ontem, véspera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica de juros (Selic), apontando queda.
O mercado seguiu o otimismo das bolsas norte-americanas, que fecharam o dia em forte alta impulsionadas pela expectativa de que o Fomc (Comitê de Mercado Aberto do banco central dos Estados Unidos) decida promover um novo corte na taxa básica de juros, reduzindo-a para 1% ao ano. Uma nova queda na cotação do dólar comercial também contribuiu para o recuo na taxa dos juros futuros.
"Apesar da queda no prêmio dos juros, o volume da sessão foi baixo. O mercado está mesmo aguardando a decisão do Copom", afirma o economista-chefe da corretora Gradual, Pedro Paulo Silveira.
O DI de janeiro de 2009, o mais líquido, registrou taxa anual de 13,90%, ante 14,05% do ajuste anterior. O encerramento em 13,90% mostra que o mercado divide suas apostas entre uma manutenção no juro básico e uma elevação de 0,25 ponto percentual.
O DI de janeiro de 2010 fechou com taxa anual de 15,84%, ante 16,47% do ajuste anterior. Janeiro de 2012 apontou taxa de 17,10%, frente aos 17,78% do último fechamento. O contrato de novembro passou de 13,83% para 13,80% ao ano. Dezembro ficou com juro de 13,86%, contr13,94% do ajuste anterior.
No mercado de câmbio, o dólar comercial terminou o dia com desvalorização pela segunda sessão consecutiva, após intervenção do Banco Central (BC).
A autoridade monetária atuou no mercado apenas uma vez, por meio de um leilão de swap cambial. O dólar fechou em queda de 2,22%, cotado a R$ 2,20 na venda.
"A queda no dólar reflete as ações do Banco Central e está em linha com a expectativa do mercado. Porém, acho que o BC pode ser mais contundente nas intervenções para não dar espaço para o especulador se organizar", avalia o diretor da corretora de câmbio NGO, Sidnei Nehme.
Segundo Nehme, o fato de os resultados trimestrais de alguns dos principais bancos brasileiros terem apresentado bom desempenho alivia os receios do mercado em relação a prejuízos com operações de derivativos.
"A volatilidade na moeda é natural, o que não deve ocorrer mais é o overshooting (reação exagerada para elevar a cotação)", avalia o economista.
(Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados - Pág. 2)(Ana Cristina Góes)

Bolsas de valores disparam em dia de boas notícias

São Paulo, 29 de Outubro de 2008 - As bolsas de valores tiveram um dia de disparadas ontem. O Ibovespa fechou em alta de 13,42%, com os investidores retomando as compras, animados com os índices positivos na Europa e nos Estados Unidos. Pesaram ainda a valorização das cotações das matérias-primas e o anúncio de ajuda governamental ao setor imobiliário. O Dow Jones, principal indicador da Bolsa de Nova York, subiu 10,88%, puxado pelas expectativas de que o Fed, o banco central norte-americano, corte os juros básicos do nível atual de 1,5%. O principal índice europeu fechou com valorização de 2,24%, refletindo a alta das ações da alemã Volkswagen. A montadora chegou a ser apontada por alguns momentos como a maior empresa do mundo em valor de mercado, depois de a Porsche anunciar planos de elevar sua participação na Volks para 75%. Os papéis da VW tiveram valorização de mais de 80%, um dia depois de registrar ganhos de 146%.
Ontem, os contratos de juros futuros negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros encerraram a sessão apontando queda na taxa Selic. Os contratos com vencimento em janeiro de 2009 fecharam a 13,90%, ante 14,05% do ajuste anterior, sinalizando estabilidade para os juros ao final da reunião do Copom.
B2, B5 e C3
LINHA DE CRÉDITO
O governo deve anunciar hoje uma linha de crédito de capital de giro para empresas do setor imobiliário no valor de R$ 3 bilhões, segundo informações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, o que deu mais ênfase ao ânimo dos mercados. Os recursos devem vir da Caixa Econômica Federal. "O setor de construção está precisando de capital de giro", disse ele.
B3
(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Redação, com agências)