terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Mercado imobiliário cresce 70% em Curitiba

Esse foi o aumento de construções liberadas pela Prefeitura de Curitiba de janeiro a outubro
Em 2008, foram lançados 6.361 empreendimentos verticais
Mesmo em fase de crise financeira internacional, os números do mercado imobiliário de Curitiba refletem um cenário positivo. Os dados consolidados sobre a produção (em construção) revelam um mercado em expansão. Na capital paranaense, a área liberada para novas construções (residenciais e não residenciais), de janeiro a outubro de 2008, atingiu 2.876.192 m2, um aumento de 66% em relação a igual período do ano anterior, quando foram liberados 1.730.238 m2. Com base nos dados da Prefeitura de Curitiba, foram liberados para construção um total de 19.179 unidades (residenciais e não residenciais) – 70% superior ao licenciado em igual período de 2007 (11.281 unidades).

É nos números da construção residencial que se verifica o melhor desempenho do mercado imobiliário. No acumulado do ano, até outubro, a área liberada para construção residencial atingiu 2.268.541 m2, o que faltando dois meses para o fechamento já superou em 34% a área licenciada em todo ano de 2007 (1.689.103 m2). Foram licenciadas 17.663 unidades residenciais, um aumento de 40% em relação a todo ano de 2007 (12.638 unidades). Do total de 17.663 unidades residenciais liberadas para construção, 43% (7.749 unidades) estão sendo construídas em prédios com até três pavimentos, 31% prédios entre 4 e 8 pavimentos (5.407 unidades) e 26% (4.507 unidades) prédios com mais de 8 pavimentos.

Em relação à área de cada unidade, predominam as licenças para construção de moradias entre 50 m2 a 100 m2 (39% – 6.932 unidades). Outro destaque são os alvarás para construção de unidades com área entre 100 m2 a 150 m2, num total de 4.036 moradias (23% do total liberado). Alvarás para novas construções Área total liberada – residenciais e não residenciais (m2)Ano Residencial Não Residencial Área Total 2000 1.215.203 410.580 1.625.7832001 1.120.379 485.223 1.605.6022002 1.494.186 534.630 2.028.8162003 854.728 423.384 1.278.1102004 977.478 662.779 1.640.2572005 1.252.474 586.705 1.839.1792006 1.136.862 534.389 1.671.251 2007 1.689.103 597.398 2.286.501 2008(*) 2.268.541 607.651 2.876.192(*) Até o mês de outubro

Da redação Franklin de Freitas - http://www.bemparana.com.br/index.php?n=91144&t=mercado-imobiliario-cresce-70-em-curitiba

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Seis perguntas para...Euler Lemos de Andrade sobre o mercado imobiliário atual

Diretor da Polosul Imóveis

ALESSANDRA MIZHER
Crise? Que nada! Recessão e estagnação, alavancados pela crise financeira mundial, nem passam perto de Euler Lemos de Andrade, diretor da Polo- Sul Imóveis, imobiliária situada no bairro Buritis, região Oeste da capital. Para o empresário, o momento é mais que oportuno para investimentos. "Essa é a hora de fazer o diferencial. Quem conseguir investir agora estará quilômetros-luz à frente quando a crise passar. É importante mostrar que estamos vivos e respirando. Para nossa empresa, não existe crise", afirma Andrade. Além disso, o empresário ressalta que, para sobreviver no concorrente segmento imobiliário, é preciso muita transparência e profissionalismo e, é claro, união a empresas de confiança. Como é a história da PoloSul Imóveis? A empresa foi fundada em 1994, no Buritis, quando o bairro ainda estava nascendo. Trabalhamos com todos os tipos de imóveis para compra, venda e aluguel, opções comerciais e residenciais, assim como lotes e terrenos. Nossa carteira de imóveis para venda atinge mil imóveis, sendo que 95% deles estão localizados no Buritis. Mas como fazemos parte da Rede Morar, uma rede de imobiliárias com atuação em todas as regiões da capital e do país, é possível comercializarmos imóveis em qualquer canto. Por exemplo: se o cliente chegar em nossa empresa, ele terá acesso a um enorme leque de opções de todas as afiliadas. Se optar em vender o seu imóvel, também terá a oportunidade de ser visto por todos os clientes da Rede Morar. Essa é uma das vantagens de se fazer parte de uma grande rede de imobiliárias. A empresa oferece serviço de despachante interno, que cuidará de toda a tramitação legal da compra, venda e locação imobiliária. Além disso, estamos oferecendo um serviço exclusivo pelo qual o cliente poderá acompanhar pela Internet todo esse processo. Somos pioneiros neste tipo de serviço. A empresa também oferece um grande suporte para a busca do financiamento, além de uma estrutura de marketing interno, ferramenta importante para a negociação imobiliária. Como o senhor avalia o mercado imobiliário no Buritis? Na época em que chegamos na região, só existiam duas empresas do ramo. Aos poucos, com a chegada de construtoras, muitos empreendimentos começaram a aparecer e, assim, a oferta começou a ser maior que a procura. Hoje, a situação do Buritis é totalmente diferente, é o inverso: temos uma procura crescente e uma oferta menor. O bairro é hoje um dos que mais cresce na capital. Até pouco tempo, falava- se que o bairro era procurado por filhos das famílias que moravam da zona Sul. Hoje, vemos que é bem diferente. O bairro tem moradores de todas as idades. A explicação é que o Buritis oferece de tudo. Dizem que o bairro é o que mais tem serviços de delivery. Você pode chegar em casa e ligar para a padaria mais próxima que eles levarão o que quiser até você. Temos duas grandes faculdades, três colégios, shopping, cinema, comércios. Uma outra vantagem é que o zoneamento local permite comércio somente na avenida Mário Werneck. As ruas paralelas e transversais são destinadas somente a imóveis residenciais. O trânsito da região não é um problema? O trânsito é hoje um problema de toda a cidade. O Buritis apresenta um fluxo de carros muito melhor que muitas regiões da capital como, por exemplo, a avenida Nossa Senhora do Carmo, Antônio Carlos, Cristiano Machado e Via Expressa, entre outras. Além disso, ao contrário do que muitas pessoas afirmam, a região tem muitas vias de acesso, como avenida Barão Homem de Melo, Raja Gabaglia, avenida Nossa Senhora do Carmo, Anel Rodoviário e avenida Teresa Cristina. Como tem acontecido a valorização imobiliária da região? Há um tempo as pessoas vinham para o Buritis por ser mais barato. Entretanto, hoje as pessoas vêm para cá buscando qualidade de vida. Aqui, temos o que há de melhor em serviços e comércio. Oferecemos dois dos melhores supermercados da cidade, padarias conceituadas. Assim, com toda essa infra-estrutura, o bairro ganhou status e vem apresentando uma valorização imobiliária muito grande. Ainda assim, o preço dos imóveis no local é menor se comparado a bairros da região Centro-Sul da cidade. Um imóvel com padrões semelhantes no Anchieta, Funcionário ou Lourdes chega a ser de 50% a 100% mais caro do que no Buritis. Qual o tipo de empreendimento que falta na região? Como o Buritis é muito procurado por estudantes, acredito que as construtoras iriam se dar bem se investissem em flats ou apartamentos de dois quartos com um bom padrão de acabamento e portaria 24 horas. As pessoas que procuram a região buscam conforto, segurança e preços acessíveis. Quem vem para cá não procura gigantescas áreas de lazer, que acabam onerando no valor do condomínio. Hoje, as pessoas estão mais conscientes e querem imóveis que ofereçam somente as opções de lazer que irão utilizar. Cada um deve saber da sua necessidade para não gastar muito dinheiro na compra do imóvel. A crise econômica mundial está afetando o mercado imobiliário? Acredito que há muita especulação por causa da crise. As pessoas estão utilizando isso como forma de desculpa para algo que não querem fazer. Então, essa atitude acaba virando um efeito dominó. Se a situação está ruim, devemos encontrar alguma solução, seja por meio de cooperativas ou sociativismo. Economia é igual a previsão do tempo, muita gente faz a previsão, mas nem sempre acerta.
Garagem cada vez mais valiosa - Kênio de Souza Pereira

Nas grandes cidades do Brasil uma vaga de garagem tem atingido o preço de até R$ 30 mil, em razão da raridade/ dificuldade no local e do interesse do comprador. Diante do aumento da procura por imóveis com mais vagas, sua quantidade tem sido determinante para facilitar a comercialização. Num bairro mais simples, uma vaga de garagem gira em torno de R$ 10 mil, mas a sua falta num apartamento pode fazer seu preço cair em até 25%, já que a maioria das famílias tem carro. A vaga de garagem tende a ser mais valorizada. Em Manhattan, NovaYork, uma vaga chega a custar US$ 225 mil, em torno de R$ 24 mil o metro quadrado sem janelas, paredes ou vista. Por tal valor compra- se em Houston uma casa de três quartos com sala de jogos, escritório e piscina. Em Boston, uma vaga pode custar até US$ 175 mil e, em Chicago, US$ 75 mil. Assim, caso permaneça este crescimento de venda de automóveis no Brasil, a tendência é que as vagas de garagens sejam cada vez mais valorizadas. Pesquisas comprovam que o primeiro desejo do brasileiro não é a casa própria e, sim, o carro, que aumenta a liberdade de ir e vir. Segurança Após conquistar esse sonho surge uma preocupação. O grande risco de deixar o automóvel na rua. Atualmente, o principal objeto de roubo de acessórios são os espelhos retrovisores que chegam a custar, cada um, em carro nacional, R$ 2.500, e de uma Mercedes, R$ 8 mil. Um apartamento de quatro quartos com apenas uma vaga tem seu preço depreciado em até 20%. Se o apartamento ou sala tiver uma vaga irregular, onde há discussões entre vizinhos no prédio, sua depreciação é enorme. Tal situação gera desgastes que afetam a saúde de qualquer um, sendo comum motivar a mudança daquele que aprecia a paz. Muitos são os registros de agressões e até tragédias em condomínios por falta de habilidade em resolver polêmicas sobre o uso dessa área comum. Os atritos na garagem ocorrem especialmente nos edifícios antigos, onde o construtor vendia vagas inexistentes. Há algumas décadas, um edifício com 30 apartamentos era vendido com 30 vagas, mas na realidade comportava 25 carros. Na década de 60/70, os compradores não percebiam o problema pois eram poucos os moradores que tinham carro e, assim, era comum sobrar espaço. Outro problema rotineiro era o construtor vender os apartamentos com vagas indefinidas e, ao entregar o prédio, os primeiros moradores escolhiam as melhores vagas, ficando os últimos moradores com vagas piores ou até inviáveis de serem utilizadas. Há casos em que a construtora pode vir a ser condenada em juízo a indenizar pela falha no projeto ou pela venda do que não existe realmente. Solução A maioria desses problemas tem solução e cabe ao síndico buscar orientação técnica que, certamente, irá melhorar a convivência e valorizar todas as unidades. Às vezes, a instalação de paletes ou execução de uma obra cria novas vagas. Nesse caso, caberá a todos os proprietários, sem exceção, pagar a taxa extra necessária à criação de novas vagas, quando o problema for defeito de edificação e o condomínio tiver "dormido no ponto" e perdido o direito de acionar a construtora em decorrência da prescrição. A solução definitiva deve sempre ser acompanhada do registro na alteração da convenção no Cartório de Registro de Imóveis, que constará a nova regulamentação para evitar dúvidas e que dê tranqüilidade a todos os usuários.

Venda de imóveis populares sobe enquanto as dos luxuosos cai

O setor de imóveis baratos continua bastante aquecido. Mesmo com a crise econômica, o setor está em alta. O Secovi, Sindicato da Habitação, informa que os imóveis de luxo, de três e quatro quartos tiveram queda de 20% nas vendas, enquanto apartamentos mais baratos, para as classes C e D, de dois e três dormitórios, estão vendendo 20% a mais.

Somente neste ano, Caixa Econômica Federal financiou mais de 300 mil imóveis. 'Esse novo mercado é muito interessante. É aí que vai sustentar o crescimento do país e do mercado imobiliário', diz Celso Petrucci, diretor-executivo do Secovi.

(Com informações do G1)

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Confusão na Câmara de BH devido aumento exagerado do IPTU 2009

O Tempo caderno: Cidades
Nem mesmo a Secretaria Municipal de Finanças sabe responder quanto o belo-horizontino vai pagar pelo Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) caso o projeto 1.871/08 seja aprovado na Câmara dos Vereadores este ano. A proposta que vai mudar as formas de cálculo do imposto e atualizar o valor dos imóveis da capital foi a pauta de uma reunião extraordinária ontem na Câmara em que vereadores sabatinaram o secretário de finanças José Afonso Bicalho durante toda a manhã e início da tarde.

A falta de informações claras sobre os valores são, segundo o próprio secretário, um problema que nem mesmo o Executivo sabe resolver. "Eu não tenho como disponibilizar os valores para a população porque eu também não tenho. Todas as simulações que fizemos até agora são precárias", afirmou José Afonso ao se retirar da mesa de debate.

As projeções extra-oficiais divulgadas por vereadores contrários ao projeto e associações de moradores chegaram a revelar aumentos de até 300% no valor do IPTU em algumas regiões. No entanto, na reunião da Câmara os representantes do Executivo negaram que o imposto vá aumentar para o contribuinte, mas sim corrigir as distorções encontradas na atual forma de cobrança. "Vai ter aumento de 70% e quedas de 40%, por exemplo.

Não é aumento que tem que ser discutido, mas as distorções. Tem gente que está pagando muito menos do que é devido e outros acima", explicou Bicalho. Durante a audiência, com a exceção dos vereadores Wellington Magalhães (PMN) e Preto (DEM) que abandonaram a reunião por se oporem à falta de tempo para a exposição, 19 parlamentares fizeram considerações e perguntas sobre o projeto de lei. A celeridade com que o documento está sendo colocado para votação recebeu críticas da maioria das pessoas presentes no plenário. "O projeto pode ser perfeitamente votado no ano que vem.

O debate tem que ser mais amplo, as dúvidas esclarecidas a fundo. Não podemos sair votando sem saber em quê", disse o vereador Hugo Thomé que marcou uma audiência pública para o próximo dia 16 sobre o tema. O mapa de valores genéricos que não fazia parte do projeto original deverá se tornar o anexo 5 do documento. A vereadora Neusinha Santos (PT) que havia afirmado que o mapa já estava anexado, assumiu a falha e redigiu de última hora um substitutivo solicitando que o mapa faça parte do texto.

Estava tudo pronto para que o projeto fosse votado em primeiro turno, mas a reunião acabou no início da tarde e a plenária não aconteceu por falta de quórum. Mesmo assim, o encontro com o secretário fez com que alguns vereadores se posicionassem. Assim foi com Luzia Ferreira (PPS) que anteontem ainda não sabia qual seria seu voto e ontem estava favorável ao novo IPTU. Já Henrique Braga (PSDB) quer um substitutivo ao projeto com todas as mais de 30 emendas. (Com Patricia Giudice)

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

É preciso desapego na hora de vender

O Tempo caderno: Imóvel & Construção
Quem sabe esta é a hora de trocar de imóvel? A família cresceu, apareceu uma boa oportunidade de negócio, o apartamento dos seus sonhos está sendo construído, seu FGTS já é suficiente para dar uma boa entrada para o financiamento. Tudo certo? Não sem antes ter a certeza de que conseguirá vender seu antigo imóvel.
Antes de partir para a compra de uma casa ou apartamento novos, é preciso colocar à venda o imóvel usado, pois, na maioria das vezes, é com este dinheiro que será quitada parte da dívida.
Entretanto, mesmo com o aquecimento do mercado imobiliário, escassez de opções e o aumento da procura, confirmada pela maioria dos especialistas do setor, é preciso um pouco de sorte e talento para que seu imóvel seja vendido dentro do prazo necessário para dar a entrada no novo negócio.
De acordo com a advogada e diretora da Céu-Lar Netimóveis, Daniela Magalhães, "os proprietários que não avaliarem corretamente seus imóveis terão grandes dificuldades para a venda."
Ela explica que é necessário ser realista e adequar o preço ao valor de mercado. "Avaliar um imóvel exige um certo trabalho e a melhor recomendação é buscar orientação de especialistas ou empresas capacitadas", confirma.
Um outro ponto que pode pesar contra uma negociação imobiliária é o apego emocional com relação à casa antiga. Além de atrasar a venda, este pode ser um fator para que o vendedor não queira arrastar o pé do valor do imóvel. Por isso, nessas horas é fundamental uma boa dose de frieza e desapego.
Achar que um imóvel vale mais do que as pessoas estão dispostas a pagar por ele é um grave erro. Mesmo que ele esteja bem localizado ou tenha uma boa distribuição interna, é preciso levar em conta alguns pormenores, como o tempo de construção do imóvel ou opções de lazer que o condomínio possa oferecer.
"O apego é muito recorrente em casos de heranças ou imóveis que tenham algum valor sentimental. É muito comum, nesses casos, os vendedores não aceitarem o valor apresentado pelas imobiliárias e recusarem todas as propostas recebidas. Mas, com o passar do tempo, se realmente estiverem precisando de vender, acabam cedendo", conta Daniela.

Aluguel em BH sobe o triplo da inflação

Geórgea Choucair - Estado de Minas

O preço do aluguel residencial em Belo Horizonte acumulou alta de 13,99% de janeiro a novembro, três vezes acima da inflação no período, que atingiu 4,2% na capital, segundo levantamento do Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (Secovi-MG) e do Instituto de Pesquisas Econômicas e Administrativas (Ipead-UFMG). No mês passado, o preço do aluguel residencial teve alta de 0,67%, sendo que a inflação foi de 0,44%.

Para o interessado em alugar apartamentos residenciais na capital, a pesquisa trouxe uma boa notícia: a oferta apresentou alta de 30,86% nos primeiros 11 meses deste ano. “Esse dado já é uma dica do que vai acontecer em 2009. Os investidores voltaram ao mercado. As unidades que começaram a ser construídas há cerca de dois anos, já começam a ser disponibilizadas”, afirma Ariano Cavalcanti de Paula, presidente do Secovi-MG.

Com o aumento da oferta, não é esperado que o preço do aluguel na capital fique muito acima da inflação no ano que vem. “A procura vai ser maior do que a oferta ainda. Mas, a partir do segundo semestre, já devemos ter um certo equilíbrio”, observa De Paula. Ele descarta, no entanto, a chance de queda no preço do valor da locação em 2009. No mês passado, a variação geral residencial, segmentada por tipos imobiliários, teve os seguintes resultados: apartamentos (0,52%), barracões (1,38%) e casas (1,14%). Os preços dos aluguéis comerciais seguem o mesmo ritmo dos residenciais. A alta este ano foi de 12,99%. “Esse tipo de imóvel é mais sensível à situação econômica. Se tiver uma retração, vai ser o primeiro a sentir”, observa o presidente do Secovi-MG.

A oferta de imóveis comerciais para locação apresentou aumento de 1,18% em novembro, mas o saldo é negativo nos últimos 12 meses, de10,46%. O valor do aluguel desse tipo de imóvel teve alta de 1,60% em novembro e de 13,48% nos últimos 12 meses. No mês passado, os preços dos aluguéis comerciais, segmentados por tipos imobiliários, apresentaram as seguintes variações: andar corrido (1,18%), casas comerciais (2,42%), galpões (3,32%), lojas (1,83%) e salas (0,76%).