quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Imóveis: nova economia já reflete positivamente em favor do comprador
Valores agregados mudam as características dos produtos e “ensinam” o comprador a ser mais exigente.23/10/2008, São Paulo, SP - Ao comentar as causas do sucesso de lançamento do empreendimento Mais Morumbi Clube (190 unidades vendidas durante dois finais de semana deste outubro), o gerente de marketing da Marques Construtora, Vitor Spaviani Marques da Costa, incluiu a seguinte frase: “A empresa adotou algumas soluções sustentáveis em todos os seus projetos, entre elas, a coleta seletiva, reaproveitamento de água da chuva e veneziana de rolar, que colabora para obtenção de iluminação natural”. A exemplo da Marques, outras construtoras e incorporadoras estão adotando soluções as mais variadas, ditadas pela busca da sustentabilidade, a qual, por sua vez, está criando a nova economia, “caracterizada pela mudança da cultura extrativista e pelo despertar do interesse em soluções alternativas para a produção de bens e de serviços”, como ensina o gestor de sistemas da informação, Mário Luiz Magnani.Ainda tomando como exemplo o produto lançado pela Marques Construtora, o preço médio do metro quadrado, para unidades com dois dormitórios, é de R$ 2.500,00, igual (e, em alguns casos, inferior) à média de preço na região do Morumbi, onde o empreendimento é localizado. O preço, portanto, é de mercado, independendo se o produto apresenta valores agregados. Aí é que entram os ensinamentos da nova economia, beneficiando o comprador. Em passado recente, enquanto o construtor ou incorporador buscava a viabilidade financeira para aplicar soluções sustentáveis em suas obras, por sua vez o comprador sequer sabia quais seriam as tais soluções, mesmo por isso não tinha como exigi-las. Agora começa a aprender, ensinado pelo próprio mercado. Logo estará exigindo tais soluções que, em primeira instância, ajudam a preservar os bens naturais e, ao chegar a hora do uso, promoverão sensível economia de consumo.Como valores agregados praticados pela Marques, Costa mencionou ainda o aproveitamento da iluminação natural das áreas comuns, promovida por janelas até o teto; sensor de presença para economizar energia e torneira com temporizador para economizar água, acrescentando que no escritório algumas dessas soluções também foram aplicadas, incluindo a reciclagem, “um compromisso social e ambiental”. A declaração seguinte reforça a tendência: “A nova economia vai continuar (a crescer) nesse ritmo. O Mais Morumbi é uma adaptação a esse mercado. (As unidades) são menores do que a Marques costumava apresentar, porém a qualidade é a mesma”. É assim que a nova economia ensina o comprador a ser mais exigente.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário